Um momento a sós com nós

em 22 de setembro de 2015



Ela tinha o costume de olhar fixamente para algum lugar e sair de órbita, imaginando mil e uma coisas até cair no sono e sonhar com todas elas. Cheia de amores platônicos, sonhos grandes e uma vontade ainda maior, mas talvez tivesse algo que ainda a prendesse de poder sair para concretiza-los. Talvez ainda não fosse tempo de faze-los. A espera, o tempo. Costuma ser sempre os mais demorados perto daquilo que ela almejava para si, mas era capaz de esperar e sonhar ainda mais alto, porque sabia que nunca seria alto o suficiente, afinal tem coisas que quando acontecem podem ser melhores do que aquilo que sonhamos, então porque não sonhar um pouco a mais as vezes? Pelo menos para liberar um pequeno sorriso e aquela pitada de coragem para continuar seguindo em frente. Valia a pena tentar.
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